A curiosidade esteve presente durante toda a visita. Entre as perguntas e comentários feitos pelas crianças, destacaram-se as falas de Heloisa Abbady Parodi, de 5 anos: “Por que o Ypiranga tem as mesmas cores do Brasil?”, e de Maria Clara Balbinoti, de 6 anos: “Lá na TV é tão pequeno, e aqui é tão grande.”
A professora Ana Maria Boaskevis destaca que experiências como essa ampliam as possibilidades de aprendizagem na Educação Infantil. “Para a Educação Infantil, aprender vai muito além da sala de referência. Hoje elas estão conhecendo o Colosso da Lagoa, um espaço que faz parte da história e da identidade da nossa cidade. É uma oportunidade de vivenciar a cultura, o esporte e criar memórias que certamente vão levar para a vida. Ver o brilho nos olhos das crianças é o que faz tudo valer a pena. Muitas delas nunca tinham entrado em um estádio e hoje estão conhecendo de perto um símbolo tão importante de Erechim”, afirma.
A coordenadora pedagógica Chaiane Orso Neis ressalta que a atividade fortalece o vínculo das crianças com o município. “Ver o entusiasmo das crianças ao longo da visita reforçou a importância de proporcionar experiências como essa. Estar no gramado, passar pelo túnel de acesso ao campo e conhecer os diferentes espaços despertou encantamento, curiosidade e muita euforia. São vivências que fortalecem o sentimento de pertencimento ao lugar onde vivem e tornam as aprendizagens mais significativas, possibilitando que as crianças conheçam e reconheçam um espaço que integra a história, a cultura e a identidade de Erechim”, destaca.
Além de aproximar os estudantes de um dos principais patrimônios esportivos do município, a iniciativa dialoga com o contexto da Copa do Mundo, incentivando reflexões sobre esporte, convivência e cultura local.
Por: Assessoria de Comunicação

