Égua é amarrada ao para-choque de carro e arrastada em estrada de São Leopoldo

Caso aconteceu na segunda-feira (24) e foi flagrado por um funcionário da prefeitura do município. Animal apresentava ferimentos graves no olho e no corpo. Suspeito fugiu e ainda não foi localizado

Um funcionário da Secretaria Municipal de Proteção Animal (Sempa) de São Leopoldo, no Vale do Sinos, afirma ter flagrado um caso de maus-tratos a uma égua. O animal teria sido arrastado por um carro na Estrada do Socorro, no bairro Arroio da Manteiga.

 

O servidor presenciou a égua, uma potranca de aproximadamente dois anos e não domada, amarrada ao para-choque de um Ford Escort vermelho. De acordo com ele, ao perceber a presença do funcionário, o motorista do veículo teria soltado o animal e fugido.

 

Conforme a prefeitura, o secretário de Proteção Animal e também médico veterinário, Cláudio Giacomini, foi ao local e prestou os primeiros socorros à égua. O animal apresentava ferimentos graves no olho e no corpo, além de uma lesão antiga na articulação da pata direita. Apesar dos danos, Giacomini informou que a saúde da potranca era estável, mas exigia cuidados veterinários urgentes.

 

A Polícia Civil iniciou as investigações para identificar o responsável pelos maus-tratos. No entanto, o delegado responsável pela apuração, André Serrão Izídio da Silva, revelou que ainda não há informações oficiais sobre o caso.

 

Segundo Silva, o comunicado inicial foi feito pela testemunha que filmou a condição do animal, mas o registro formal do boletim de ocorrência deve ser realizado somente nesta terça-feira (25).

 

O delegado também informou que a investigação levanta a hipótese de o animal ter sido furtado, já que uma porteira foi encontrada aberta nas proximidades. A polícia realizou diligências na área e até a última atualização desta reportagem, o responsável pelo veículo não foi localizado.

 

Animal recebeu atendimento

Após o cuidado inicial, a égua foi encaminhada para um atendimento especializado em Cachoeirinha, na Região Metropolitana, por meio de uma organização que dará continuidade ao tratamento para a recuperação do animal.

O delegado garantiu que as investigações continuam ininterruptas e que a prioridade da delegacia é identificar o autor da agressão.

Por GZH

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