A diversidade temática dos projetos reflete o compromisso dos estudantes com questões relevantes e atuais da prática médica. Os trabalhos abordam pesquisas clínicas, epidemiológicas e experimentais, cujos temas partem do olhar dos acadêmicos sobre problemáticas da comunidade regional.
Entre os destaques estão estudos sobre cuidados paliativos e diretivas antecipadas de vontade, que exploram a humanização do atendimento em pacientes oncológicos e em unidades de terapia intensiva; saúde da mulher, com investigações sobre câncer de mama, climatério, incontinência urinária e experiências obstétricas; saúde mental e qualidade de vida, incluindo pesquisas sobre Burnout em docentes, ansiedade parental, uso de antidepressivos e automedicação; infecções e farmacologia, como o perfil de resistência de microrganismos em infecções urinárias e o uso de opioides na atenção primária; pesquisa experimental, com modelos em planárias para estudar galactosemia e efeitos de medicamentos como o fingolimode; tecnologia e medicina, como o impacto da inteligência artificial na prática médica e o sigilo profissional na era digital.
Além disso, os projetos também exploram aspectos sociais e culturais, como a influência das danças tradicionalistas gaúchas no desenvolvimento de crianças neurodivergentes, a espiritualidade no enfrentamento de doenças e a história da anestesiologia pelo viés dos pioneiros de Erechim.
A qualificação dos projetos representa um passo fundamental na trajetória acadêmica dos estudantes, promovendo o pensamento crítico, a autonomia científica e o compromisso com a ética e a responsabilidade social. A URI Erechim reafirma, com essa iniciativa, seu papel na formação de profissionais preparados para enfrentar os desafios da medicina contemporânea com sensibilidade, conhecimento e inovação.
Por Comunicação URI

