Encontrar um novo lar para os pets que sofreram maus-tratos, abandono, passaram fome, que estavam expostos à doenças, agressões, atropelamentos e sofrimento, é uma tarefa muito complexa, realidade cruel, que vem sendo enfrentada pela Prefeitura de Erechim, por meio da Secretaria de Meio Ambiente, com os profissionais da Diretoria de Bem-Estar Animal (DBEA) e do Centro de Acolhimento e Proteção para Pets (CAPPET), com apoio da comunidade, associações, ONGs, e protetores independentes do município.
Mais de 60 adoções
O secretário de Meio Ambiente, Cristiano Moreira, comenta que, de junho até a metade do mês de julho, foram realizadas mais de 60 adoções no CAPPET. “Esses são números satisfatórios, porque é grande o desafio de reabilitar os pets e destiná-los para uma nova vida. Isso mostra que estamos no caminho certo. Agradecemos a colaboração da população. Cada adoção é o fechamento de um ciclo de muito trabalho, dedicação, comprometimento, investimentos, que começa com o resgate desses animais abandonados, maltratados, vários dias de reabilitação e tratamento, em que os pets são cuidados, alimentados, desverminados, vacinados, castrados, microchipados, recebem muita atenção, carinho, e depois ficam disponíveis para adoção no CAPPET”, observa.
Cristiano ressalta que a proteção animal envolve a participação e presença do Poder Público, e, também, associações, ONGs, protetores independentes, e, principalmente, a consciência e responsabilidade de quem tem pet. “Erechim oferece um programa gratuito de castração, que é a medida preventiva mais eficiente para controlar a população de cães e gatos. A castração previne diversas doenças e aumenta a qualidade de vida dos animais”, comenta.
Adoção responsável
O diretor da Diretoria de Bem-Estar Animal (DBEA) de Erechim, Ricati Majewski, afirma que é preciso pensar muito antes que de querer adotar, porque a adoção responsável significa entender que o pet depende do tutor, diariamente, e que ele viverá de 10 a 20 anos, conforme a espécie e raça do animal.
“Antes de adotar, é importante avaliar se a pessoa ou família tem tempo para conviver e cuidar deste pet. Se tem condições financeiras para alimentar, vacinar e proporcionar atendimento veterinário. Se a pessoa ou família tem espaço adequado na residência. Enfim, é preciso ser responsável e não abandonar o animal quando ocorrer mudanças na rotina”, destaca Ricati.
Ele ressalta que cada adoção responsável representa uma nova oportunidade para um animal e ajuda a abrir espaço para que outros cães e gatos resgatados também possam ser acolhidos no CAPPET. “Ao adotar com consciência e compromisso a pessoa ou família está colaborando para uma cidade com menos abandono, com a saúde pública e o respeito aos animais”, enfatiza o diretor da DBEA.
O prefeito, Paulo Polis, ressalta que a adoção responsável de cães e gatos é uma das formas mais eficazes de promover o bem-estar animal e construir uma cidade mais humana, saudável, consciente e solidária. “Adoção responsável oferece um novo lar para animais abandonados ou maltratados, contribui para redução da população dos pets em situação de rua, diminui os problemas sanitários, promove o bem-estar dos pets e a qualidade de vida da população”, destaca.
Quem pode adotar
Para adotar é preciso ter mais de 18 anos, apresentar documento de identificação e estar ciente da responsabilidade de acolher um novo integrante na família, um compromisso que envolve tempo, dedicação e cuidado diário.
O processo de adoção pode ser realizado a qualquer momento pelo WhatsApp (54) 9118-1930 ou presencialmente no CAPPET, localizado junto ao Parque Pet, na Rua Carlos Demoliner, 560 – bairro Linho. O atendimento ocorre de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h30 e das 13h às 17h.
Por Comunicação PME

