Após decretar estado de emergência em saúde pública, RS segue adotando ações para

O governo do Rio Grande do Sul decretou estado de emergência em saúde pública por 120 dias devido ao aumento das internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG), especialmente no outono e inverno. A medida permite ampliar o apoio financeiro à rede hospitalar e solicitar ao Ministério da Saúde a habilitação de novos leitos de UTI.

A decisão foi baseada no crescimento da circulação de vírus respiratórios, que pressiona o sistema de saúde, principalmente na pediatria, com aumento das filas e risco de sobrecarga do SUS.

Principais ações adotadas:

  • Ampliação de leitos clínicos e de UTI (adultos e pediátricos), com prioridade para casos de SRAG.
  • Incentivo financeiro: R$ 2,3 mil por diária para leitos estaduais e complemento de R$ 300 para leitos financiados pela União (que já paga R$ 2 mil).
  • Criação de 1.478 novos leitos no inverno (1.014 clínicos e 464 de UTI).
  • Coordenação centralizada pela Secretaria da Saúde, com possibilidade de medidas complementares pelos municípios.
  • Investimento de R$ 100 milhões no Programa Inverno Gaúcho com Saúde.

 

Atenção primária:

  • Repasse de R$ 7,5 milhões aos municípios.
  • Ampliação de horários nas unidades básicas, funcionamento aos fins de semana, contratação de profissionais, reforço de insumos.
  • Intensificação da vacinação e busca ativa de não vacinados.

O objetivo é aumentar a capacidade de atendimento e reduzir o impacto das internações durante o período crítico.

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