Na tradicional reunião de base das terças-feiras, destinada a discutir os projetos da sessão legislativa, o debate sobre a eleição da presidência da Câmara surgiu no final. Dois vereadores apresentaram formalmente seus nomes para concorrer ao pleito de 2026: Carlinhos Magrão (PSDB) e Claudemir de Araújo (Progressista).
Segundo informações de alguns vereadores, havia um acordo no início da atual legislatura: o primeiro ano seria do MDB, o segundo do PSDB, o terceiro do União Brasil, e o quarto ano ficaria em aberto, podendo ser destinado ao vereador Araújo, devido à chegada do Progressistas ao governo.
No entanto, o secretário Emerson Schelski (PSDB), vereador licenciado, pretendia retornar à Câmara para assumir a presidência no último ano. Ele teria proposto ao Araújo que este assumisse no segundo ano, e o quarto ano ficaria com Schelski. Isso estaria causando mal-estar no PSDB, já que ambos são do mesmo partido.
Diante disso, Araújo não abre mão da presidência, alegando um acerto prévio com Schelski, que é presidente do PSDB. O governo municipal não quer se envolver na eleição para a presidência da Câmara. Alguns vereadores alertam que, se essa situação prevalecer, o acordo inicial pode ser quebrado, abrindo espaço para um acordo paralelo. Veremos o que vai acontece até a última sessão legislativa deste ano, quando ocorre a eleição.

