Conquistas históricas para as regiões Norte e Nordeste: Sossella acompanha definição das prioridades da Bancada Federal Gaúcha para o Orçamento de 2026

O secretário de Trabalho e Desenvolvimento Profissional do Rio Grande do Sul, deputado Gilmar Sossella, esteve em Brasília nesta terça-feira (5) acompanhando a votação das prioridades da Bancada Federal Gaúcha para o Orçamento Geral da União (OGU) de 2026.
Ao lado do deputado federal Afonso Motta, Sossella atuou na defesa de investimentos estratégicos para fortalecer o desenvolvimento regional, especialmente nas regiões Norte, Nordeste e área de produção do Estado.
Em uma disputa acirrada, com mais de uma centena de projetos apresentados, a bancada definiu as ações prioritárias para receber recursos no próximo ciclo orçamentário — resultado de forte mobilização de lideranças municipais, entidades e setores produtivos.
“Foi um grande movimento em defesa do Rio Grande. Estivemos ao lado das comunidades, prefeito(a)s, vereadores e lideranças, defendendo demandas históricas do nosso Estado.”, destacou Sossella.
Entre as emendas genéricas definidas para destinação dos deputados, ficaram estabelecidas as seguintes áreas:
1.Agricultura
2.Segurança Pública – Governo do RS
3.Saúde – Custeio
4.Saúde – Investimentos (equipamentos)
5.Institutos Federais
Também avançaram três novas obras prioritárias:
1.BR-153 – Transbrasiliana (Erechim–Passo Fundo)
2.Consórcio CRI — ERS-484 (Três Palmeiras–Trindade do Sul–Entre Rios do Sul / ERS-483)
3.HPS — Porto Alegre
No eixo obras de continuidade, seguem na lista:
1.ERS-126 — pavimentação de Marcelino Ramos a Maximiliano de Almeida
2.Rodovia Transcitrus
3.Travessia de Ijuí
Sossella destacou ainda o trabalho conjunto com o deputado federal Afonso Motta, que reforçou as articulações e apoiou diretamente a consolidação dessas conquistas.
“O deputado Afonso Motta é um parceiro fundamental nesta construção. Sua atuação firme garantiu avanços importantes, especialmente para municípios do Norte e Nordeste do Estado”, afirmou.
O secretário ressaltou que a definição das prioridades é fruto de um processo coletivo:
“Nada disso teria sido possível sem a mobilização das comunidades, prefeitos, vice-prefeitos, vereadores, dirigentes de entidades e tantas lideranças que seguem lutando para transformar em realidade sonhos longamente esperados”, concluiu.
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