Ao longo do seu mandato, Luiz Francisco Schmidt, vem afirmando que não concorrerá à reeleição. No entanto tem apresentado evidências claras que será candidato:
A primeira delas é que deixou para fazer inúmeras obras no final do seu governo, como o ex-prefeito Zanella orientou;
Segundo, deixou que várias pessoas do alto escalão do seu governo se apresentassem como pré-candidatos a majoritária, tirando o foco dele;
Terceiro, enquanto os pré-candidatos ficam se desgastando numa disputa entre eles, Schmidt passa a margem de tudo;
Quarto, o prefeito está indo em todos os lugares onde tem evento na cidade;
Quinto, tem ido para a rua conversar com o eleitor, principalmente onde estão sendo realizadas obras do seu governo;
Sexto, está se propondo a repassar dinheiro para o Ypiranga e outras entidades;
Sétimo, está mais próximo do que nunca do ex-prefeito Zanella e, de uma forma discreta comemorou a aproximação do ex-prefeito com Mantovani;
Oitavo, quase um ano sem conversar com o Dr. Antônio Dexheimer, foi ao encontro dele;
Nono, tem procurado atrair os medebistas e o ex-prefeito Polis para conversar sobre uma futura união, mas ao mesmo tempo fica um pouco longe do MDB;
Décimo, criou um “carimbo aprovado” que tem feito parte das imagens de cada obra de recuperação ou nova.
Ou seja, o Schmidt está dando uma de quero-quero, canta num lado, enquanto consegue construir seu ninho sem que seja perturbado. Se o prefeito concorreu quando não tinha muitas condições financeiras e material humano, agora com todos os CCs e tendo onde buscar dinheiro para campanha, será que não será candidato? Schmidt só não será candidato à reeleição se Polis e Flavio Tirello, estiverem juntos. Ou, será que Schmidt poderia ser vice de alguém?
Por Egidio Lazzarotto