Vereadora Éclesan articula avanço para implantação de nova unidade do TEAcolhe em Erechim
O empenho pela ampliação do atendimento às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) vem sendo feita desde o início do mandato da vereadora Éclesan Palhão (MDB). Segundo ela, toda a região necessita desse espaço para ampliar o acesso aos serviços especializados.
Mais um passo importante foi dado nesta semana. Na segunda-feira (8), a vereadora esteve reunida com o coordenador regional da 11ª Coordenadoria Regional de Saúde (CRS), Dimas Aldino Dandolini, e sua equipe para discutir alternativas que possibilitem a implantação de uma nova unidade do programa TEAcolhe em Erechim. “Vamos buscar um espaço e colaborar para que o serviço aconteça efetivamente”, destacou a vereadora.
Após a reunião, a comitiva realizou uma visita técnica a uma instituição que demonstrou interesse em sediar o serviço. Durante o encontro, foram apresentados os critérios, requisitos e o funcionamento do programa. A instituição deverá agora encaminhar a documentação necessária ao Governo do Estado para análise e habilitação. A vereadora também se comprometeu a ir até a secretaria Estadual da Saúde para tratar pessoalmente da pauta.
A ampliação do TEAcolhe é uma bandeira defendida por Éclesan desde 2024, quando, na condição de secretária municipal de Saúde, participou da implantação do primeiro serviço municipal voltado ao atendimento de pessoas com autismo. Agora, reforça a necessidade de ampliação da rede. “Precisamos de mais um espaço, pois ainda há famílias aguardando atendimento”, ressalta.
Neste ano, a parlamentar reiterou o pedido ao Estado, destacando o crescimento da demanda regional por atendimento especializado e a necessidade de fortalecer a rede de apoio às pessoas com TEA e suas famílias em toda a 16ª Região de Saúde. A iniciativa recebeu diversas moções de apoio de municípios da região, o que, segundo a vereadora, reforça a necessidade concreta de ampliação do serviço.
De acordo com Éclesan, os números demonstram a urgência da medida. Atualmente, há demanda reprimida por atendimento especializado e famílias que enfrentam longos períodos de espera para acessar os serviços. “Estamos acompanhando de perto esse processo porque sabemos da importância do diagnóstico precoce e do atendimento adequado para o desenvolvimento das crianças e o suporte às famílias. Agora, aguardamos a análise e a resposta do Estado”, afirmou.
A proposta de implantação de uma nova unidade busca ampliar a capacidade de atendimento regional e oferecer mais acesso às famílias que dependem dos serviços especializados voltados às pessoas com Transtorno do Espectro Autista.
Por Assessoria de Comunicação

