Uma pesquisa inédita divulgada pelo Governo do Rio Grande do Sul revelou que a formação técnica na rede estadual tem contribuído significativamente para o aumento da empregabilidade, da renda e da estabilidade profissional dos estudantes formados. O estudo analisou a trajetória de mais de 39 mil egressos que concluíram cursos técnicos entre 2013 e 2017.
Os dados mostram que a taxa de emprego formal dos formados passou de 41,8% antes da qualificação para 67,1% cinco anos após a conclusão do curso. A remuneração média também cresceu, saindo de 1,7 para 2,1 salários mínimos no mesmo período.
Além disso, o tempo médio de permanência no emprego aumentou de 126,7 para 237,2 dias, indicando maior estabilidade no mercado de trabalho. Mais de 80% dos vínculos empregatícios registrados após a formação eram por prazo indeterminado.
Entre os estudantes do Ensino Técnico Integrado ao Ensino Médio, os resultados foram ainda mais expressivos: a inserção no mercado formal saltou de 11,4% para 74% cinco anos após a formação. O levantamento também apontou que 34,4% desses egressos atuavam em áreas relacionadas ao curso realizado e que 39,2% seguiram os estudos após a conclusão do ensino técnico.
Segundo o governo estadual, os resultados reforçam a importância da educação profissional como ferramenta de geração de oportunidades, desenvolvimento econômico e redução das desigualdades sociais.
Com Informações do Jornal o sul

