Aluno do 7º ano do Barão cria lixeira para pessoas com dificuldades de locomoção

Um carrinho antigo, uma caixa de papelão, uma bateria de telefone, fitas de led e um controle remoto. A união destes elementos, somada à criatividade e a preocupação com o próximo, inspiraram Eduardo Boelter, aluno do 7º ano do Instituto Anglicano Barão do Rio Branco (IABRB), a desenvolver sua própria lixeira portátil. “A inspiração veio da aula de Produção Textual: tínhamos que criar a propaganda de um produto, eu acabei me empolgando e, além da propaganda, fiz o produto também”, conta o estudante.

Ao pressionar o botão do controle remoto, quem se desloca é a lixeira. “Direcionei o meu invento às pessoas com dificuldade de locomoção, podendo ser útil em escolas, hospitais e lugares públicos. Coloquei led nas rodas para que a lixeira também possa ser vista no escuro. Eu tive a ideia, criei o Design e depois meu pai me ajudou a montar”, orgulha-se o pequeno inventor. Antes de criar a lixeira portátil, o estudante conta que pensava em seguir carreira na Análise de Sistemas, por gostar de computador e programação, “depois do projeto eu também me interessei por montagem e criação de objetos”.

A bateria da lixeira, que foi pensada para o descarte de lixo reciclável, dura em torno de uma hora, depois pode ser recarregada no telefone fixo. Após apresentar o seu projeto aos colegas na aula de Produção Textual, ministrada pela professora Marilu Busatta, Eduardo também submeteu seu invento à aprovação do coordenador do curso de Eletrônica Industrial da Faculdade Anglicana de Erechim (FAE), Humberto de Pellegrini. “Unir elementos distintos, dando a eles uma nova utilidade e solucionando problemas, é a principal característica das pessoas empreendedoras. A criação do Eduardo vem do pensamento de um empreendedor, de alguém que, mesmo com a pouca idade, já está inovando”, avalia Pellegrini.

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