Reunião trata sobre a outorga de poços artesianos no município

Tendo como palco o Plenário da Câmara Municipal de Vereadores, a Secretaria Municipal da Agricultura realizou, na tarde desta quinta, 28, uma reunião com produtores rurais e proprietários de agroindústrias, a fim de debater a qualidade de água junto as comunidades rurais, como também esclarecer sobre a outorga dos poços artesianos.

Na abertura dos trabalhos, o secretário municipal da Agricultura, Leandro Basso destacou a importância de garantir água potável de qualidade para centenas de famílias que vivem no interior, fator fundamental para que elas possam continuar desenvolvendo a agricultura familiar, fonte de sustento, de renda própria e também do município. Por isso a importância do devido cuidado da água para consumo, que não se destina apenas ao ser humano, mas também ao consumo animal.

“Necessitamos que a sociedade em geral, Poder Público, comunidades, escolas, igrejas e moradores se envolvam e se comprometam com esta questão. Se conscientizar sobre essa questão e colocar em prática as determinações legais, colaboram para os resultados positivos que esperemos ver na sociedade”, pontuou.

Voltando um pouco ao passado, foi relatado sobre os poços artesianos e os problemas de sanidade que enfrentavam, a exemplo da proliferação de roedores, como acúmulo de sujeiras. Tratamento era feito por dosador elétrico automático, que muitas vezes não funcionavam devido as quedas constantes de luz, como se encontravam abandonados em potreiros sem manutenção, limpeza ou melhorias.

Se lutou para aprimorar o sistema e em 2015 houve a troca por um equipamento de última geração, o que garante a adoção do cloro necessário para o consumo humano e animal.

Leandro Basso ressalta que o serviço que está à serviço da comunidade é de qualidade, medida já adotada na antiga administração, oportunidade em que se locava e hoje, com a compra destes pela atual administração, há uma economia de R$ 70 mil.

A outorga dos poços artesianos consiste na instalação efetiva do sistema, para tanto, a reunião serviu como um convite para que todas se adaptem as novas normas com a instalação adequada, seu uso e manutenção. Algumas comunidades já realizaram a instalação num custo de R$ 4 mil, seguindo um modelo específico, cujo projeto se encontra junto a Pasta.

Serão 45 postos e, a cada dez instalados, será dada a outorga de seu uso. “A forma de mutirão é uma grande oportunidade para que se chegue ao objetivo proposto junto as comunidades. São 300 quilômetros de tubulação nos 45 aparelhos instalados e que precisam de cuidados”, ressaltou.

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