Professor da URI participa do Congresso Brasileiro de Agronomia

O professor Paulo Sérgio Gomes da Rocha, do Curso de Agronomia da URI, participou, entre os dias 20 e 23 de agosto, no Rio de Janeiro, da XXXI edição do Congresso Brasileiro de Agronomia (CBA).

Os participantes do evento tiveram a oportunidade de acompanhar as discussões de vários painéis, com assuntos atuais e considerados de grande relevância para a classe profissional. Dentre os assuntos, a qualidade do ensino de Agronomia e o exercício profissional no Brasil; a Agronomia do presente: Alimentando o Mundo; o Empreendedorismo e startup; as Novas oportunidades de emprego; a mulheres na Agronomia; a Política Profissional, entre outros.

O Congresso contou com a participação de conferencistas como o ex-Ministro da Agricultura e um dos criadores da Embrapa (Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária), Engenheiro Agrônomo Allyson Paulinelli, e o ex-Diretor-Geral da FAO (Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura), Engenheiro Agrônomo José Francisco Graziano da Silva.

Também ocorreu a apresentação de trabalhos científicos onde o professor Paulo Sergio Gomes da Rocha apresentou o trabalho sobre a “Avaliação de Produtividade de Tomate-Cereja na região do Alto Uruguai gaúcho”. A programação contou ainda com vários minicursos abordando temáticas relativamente novas, como, por exemplo, cannabis sativa medicinal; rastreabilidade de produtos vegetais frescos, entres outros. O professor Paulo Sergio participou do minicurso sobre rastreabilidade de produtos vegetais frescos, que permite, em síntese, identificar qual a procedência e acompanhar se está de acordo ou não com as normas vigentes de produção.

Segundo o professor, de modo geral, “o Congresso foi uma excelente oportunidade para discutir diversas questões “agronômicas”, com assuntos do mundo contemporâneo, como, por exemplo, alimentar o mundo respeitando os princípios da sustentabilidade e segurança alimentar, direito da mulher no mercado de trabalho e o empreendedorismo e startup no agronegócio”.

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