Cyberbullying: a agressão virtual que machuca mais do que na realidade

Camile

Falar sobre bullying é algo normal e que se deve ter preocupação. Cada vez mais, crianças e adolescentes se envolvem aos meios tecnológicos e virtuais. Quando o bullying vai para as redes sociais via internet, já se caracteriza como cyberbullying.

Todos os dias as pessoas estão conectadas em suas redes sociais, e cada vez mais preocupadas em como são vistas pela sociedade virtual. Muitos casos são pela pessoa ter sua própria maneira de vestir ou tirar foto, que desagrada as outras, “sugerindo” o deboche, as brincadeiras de mau gosto com ofensas, assim, o cyberbullying vai se moldando.

Dessa forma, mais crianças; adolescentes e também adultos se tornam ou já são perturbados e traumatizados com esses comentários maldosos.

Um exemplo de cyberbullying recente é o aplicativo “CuriousCat”, onde você escolhe em enviar mensagens anônimas ou não. Com isso, as pessoas aproveitam para difamar, ou até mesmo xingar uma as outras, o que perturba muito mais.

Além de ser desumano, o cyberbullying traz consigo uma série de distúrbios, tristeza, depressão e até mesmo revolta.

É importante lembrar que todos somos diferentes, e que ter empatia de se colocar no lugar de quem vai ouvir é essencial, para acabar com cada manifestação de ódio virtual.

Então, com a conscientização de todos os envolvidos, podemos renovar a nossa sociedade com mais humanização e menos casos de tragédias, podendo conviver assim em harmonia, cada um com suas diferenças.

 

*Camile Abady – estudante Escola Helvética Rotta Magnabosco – Turma 12

 

 

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