Seminário de Iniciação Científica da URI reúne mais de oitocentos acadêmicos

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A URI Erechim está sendo palco do maior evento acadêmico da Universidade. Durante todo o dia, mais de oitocentos alunos da URI e de diversas outras instituições de ensino superior do estado estão mostrando as suas pesquisas no XXIII SIIC (Seminário Institucional de Iniciação Científica). O Seminário, que tem o apoio da CAPES (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), FAPERGS (Fundação de Amparo à Pesquisa do Rio Grande do Sul) e CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico),

conta, ainda, com o XXI Seminário de Integração de Pesquisa e Pós-Graduação e o XV Seminário de Extensão. A abertura do encontro foi prestigiada pelas seguintes autoridades acadêmicas: Reitor Luiz Mario Silveira Spinelli; Pró-Reitor de Ensino, Arnaldo Nogaro; Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação, Giovani Palma Bastos; Pró-Reitor de Administração, Nestor Henrique de Cesaro; Diretor-Geral do câmpus, Paulo José Sponchiado; Diretora Acadêmica, Elisabete Maria Zanin;  Coordenador do SIIC e representante do CIAP (Comitê Interno de Avaliação de Projetos de Pesquisa), Marcelo Mignoni; Representante do CIAPEx (Comitê Interno de Avaliação de Projetos de Extensão), Raquel Lorenzi; Coordenador do Comitê de Ética em Pesquisa (CEP), Claodomir Antônio Martinazzo; e o Coordenador do Comitê de Ética no Uso de Animais (CEUA), Amito José Teixeira.

Para o Diretor-Geral da URI Erechim, Paulo José Sponchiado, esse está sendo um grande momento na vida acadêmica do câmpus. “É o momento certo para socializar tudo aquilo que estamos produzindo em pesquisa e extensão nessa Universidade, fator que pode contribuir para a transformação social e a melhoria da qualidade de vida das pessoas”.

O Pró-Reitor de Pesquisa, Extensão e Pós-Graduação, Giovani Palma Bastos, destacou a grande evolução na pesquisa e na extensão da Universidade. Nesse sentido, reconheceu o esforço das direções reservando e destinando recursos para isso. Segundo ele, o desafio da universidade brasileira é a inovação tecnológica, pois o Brasil ocupa um lugar medíocre nesta área. “Precisamos parar de importar e começar a desenvolver produtos e serviços para o mercado que gerem valor para alguém”, desabafou. Salientou que no evento deste ano, a URI recebe 600 trabalhos de pesquisa e cerca de 800 inscritos de todos os câmpus.

De acordo com o Reitor, ver o Salão de Eventos repleto de jovens ocupados nas áreas de pesquisa e extensão é motivo de alegria. “Cada vez estou mais convicto. O ensino só terá sentido se nós, enquanto universidade, conseguirmos incrementar bons espaços de pesquisa e extensão”, salientou Spinelli.

O convidado especial do SIIC foi o pesquisador Átila Iamarino, de São Paulo, que falou sobre como se pode construir uma carreira profissional através da comunicação científica. Átila mostrou aos participantes do Seminário a importância da tecnologia atual na divulgação do conhecimento, especialmente das pesquisas realizadas desde a iniciação científica. Para exemplificar, citou o seu caso, onde atua no canal Nerdologia, do You Tube, onde analisa, com muitos outros cientistas, as pesquisas realizadas por ele e seu grupo de pesquisadores, como o público em geral pode ter acesso e entender a importância do trabalho realizado pela ciência.

Apresentou aos acadêmicos e pesquisadores presentes, o seu tempo de estudante, desde a sua graduação em Biologia, até o seu pós-doutorado em microbiologia nos Estados Unidos, como seus estudos podem ajudar numa melhor compreensão do público leigo a respeito de doenças transmitidas pelo mosquito nas diversas regiões do país e que têm causado grande preocupação à saúde pública. Por isso, salientou, quanto mais informações forem repassadas ao público, melhor será a compreensão a respeito disso. E as redes sociais servem justamente para esse fim.

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