Dieguinho fala força do Caldeirão do Galo e trabalhos durante a pandemia

Ala do Atlântico relembra confrontos contra a equipe gaúcha e enfatiza paixão do torcedor

A pandemia do coronavírus (Covid-19), parou o calendário das competições esportivas no Brasil, incluindo o futsal. Neste período em que a bola não rola, o jeito é se cuidar e trabalhar em casa, o que estão fazendo os atletas do Atlântico.

Nesta semana, o ala Dieguinho, reforço contratado pelo Clube para esta temporada, destacou em entrevista à Assessoria de Imprensa do Galo, diversos assuntos, entre eles, claro, o trabalho que os atletas vem mantendo visando a volta dos treinos e jogos.

“Essa parada não só é prejudicial para nós atletas como também para o clube em si e claro, nossos torcedores. Por outro lado,  sabemos que é essencial seguir os protocolos de saúde para esta situação acabar o quanto antes, que consigamos voltar com saúde a desempenhar nossas funções”, pondera Dieguinho.

“Acredito que com os treinos que estamos fazendo em casa e por estarmos nos cuidando, vai ser uma volta tranquila quanto a parte física dos atletas. O calendário de jogos vai ter que ser bem analisado pra ficar o melhor possível”, acrescenta.

Mas ele enfatiza o fato de as pessoas seguirem se cuidando para evitar a contaminação pelo Covid-19. “Temos que continuar seguindo os protocolos, até acharem algo para parar esse vírus, uma vacina, algo assim. Saber que temos de fazer seguidamente a lavagem das mãos e o uso de máscara, entre outras ações que vamos ter que continuar fazendo para retomarmos os nossos trabalhos”, diz Dieguinho.

Depois o papo foi mais sobre futsal mesmo. Dieguinho lembrou os dois confrontos que já teve contra o Atlântico, quando defendia o Tubarão (SC), sendo que seu principal destaque foi o empate na Taça Brasil de 2019. “Foram dois bons confrontos diante do Galo”, salienta.

O pouco que atuou diante do torcedor, Dieguinho diz que já foi suficiente para entender a importância que as arquibancadas tem para o Caldeirão do Galo. “Sei bem que mesmo atuando fora, o Atlântico sempre é forte e competitivo, e aqui dentro de casa, isso se multiplica. Trata-se de uma torcida apaixonada e que empurra o time até o fim do jogo! Isso é muito difícil você encontra em outros times no Brasil”, explica.

Sobre o que ele espera ao defender a camisa do Galo? Bom, ai não há duvidas: “quem joga no Atlântico quer ganhar títulos, é um clube acostumado a isso e foi o que chamou minha atenção em vir para cá”, completa.

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