Costureiras de Erebango produzem coletes salva-vidas que são enviados à todo País

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Aos 57 anos, a erebanguense, Rosmari Fátima Anzolin, comemora os resultados positivos a partir do trabalho que desenvolve no município.

Costureira há muitos anos, desde 2011 ela integra um projeto em parceria com a empresa Sulpesca, de Estação, que recebe total incentivo da administração municipal.

O foco do trabalho é a produção de coletes salva-vidas para a prática esportiva.

Como tudo começou?

Rosmari relata que ela e uma amiga iniciaram a costura das peças e não demorou para surgir a oportunidade de ampliação. “Naquele tempo, o prefeito Valmor Tomelero havia cedido as primeiras máquinas e iniciamos as atividades. Posteriormente, aumentamos a estrutura”, pontua.

Desse modo, ela se tornou uma empreendedora e fez contratações. “É muito bom, pois, ao passo que cuido do próprio negócio, também possibilito trabalho para outras pessoas”, ressalta.

A atividade que teve, inicialmente, quatro costureiras, logo precisou aumentar o quadro. Atualmente, a equipe de oito costureiras trabalha no espaço chamado de ‘Berçário Industrial’ que pertence à prefeitura. “Chegamos a ter 12 pessoas atuando na produção. Algumas chegaram aqui, não sabiam costurar e aos poucos foram aprendendo. Se torna uma oportunidade especial para elas, sendo que é um conhecimento que irão levar para a vida inteira”, reforça, citando a necessidade crescente de mão de obra especializada. “Precisamos render em quantidade, levando em conta a demanda expressiva, mas principalmente em qualidade. O novo prefeito e a primeira-dama, Claura Araldi, estão muito dispostos a nos auxiliar e reconhecem a importância desse trabalho que é uma verdadeira parceria”, acrescenta.

Claura reitera que a ideia é possibilitar emprego para o público feminino que reside no município. “Há muitas mulheres que precisam de trabalho. Não mediremos esforços para ajudá-las”, enfatiza.

Sobre o trabalho desenvolvido

Rosmari explica que, em Erebango, é feita a etapa inicial e o acabamento fica por conta de outra equipe em Estação. “A ideia é ampliar o número de colaboradoras e, quem sabe, a linha de produtos, pois há essa necessidade. “É apenas o início mas já estamos muito otimistas. Em um município é essencial o emprego, a boa educação e a saúde”, disse a empreendedora.

A média de produção no Bercário Industrial é de 200 coletes por dia. Após serem colocadas em uma embalagem, são encaminhadas para várias regiões do País.

Seriedade que fortalece a parceria

O gerente comercial da empresa Sulpesca, Eliseu Dalla Corte, destaca que há uma demanda expressiva e, ao mesmo tempo, uma dificuldade em encontrar mão de obra qualificada. Diante disso, a parceria com as costureiras de Erebango se torna fundamental para o êxito da atividade. “Tivemos a felicidade de encontrar a Rosmari e sua equipe. A seriedade dela e de todo o grupo, agrega e faz toda a diferença nessa parceria que só cresce”, salienta.

Segundo Eliseu, as perspectivas para 2021 são muito positivas, sendo que o mercado está em ascensão. “Mesmo com a pandemia, nosso setor intensificou os trabalhos. Cada vez mais as pessoas estão investindo o tempo no lazer, na prática esportiva, e buscando produtos de qualidade”, acrescenta.

Inscrições abertas para curso!

Visando capacitar e oportunizar espaço para novas colaboradoras no projeto, estão abertas as inscrições para a primeira edição do ano do Curso de Corte e Costura que tem previsão de iniciar nos próximos dias. Os interessados devem comparecer na Secretaria Municipal de Assistência Social. Para obter mais informações, o contato é: 3339 1095.

Por Assessoria de Comunicação

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