Investigação é realizada em postos de combustível de Erechim

Consumidores podem ficar tranquilos com relação ao combustível que estão adquirindo

Nos últimos tempos, o Ministério Público recebeu algumas denúncias que envolviam os postos de gasolina de Erechim. As denúncias davam conta de possíveis adulterações do próprio combustível e em alguns postos, em específico um estabelecimento, questões referentes a bomba, que a mesma não estaria demonstrando o combustível vendido ao consumidor.

“Em razão disso foram instaurados procedimentos investigativos aqui na promotoria e foi solicitado o apoio do Promotor de Justiça de Defesa do Consumidor, Alcindo Luz Bastos da Silva Filho e Inmetro, que vieram auxiliar na inspeção e fiscalização ontem e hoje, quarta-feira”, relatou a promotora de Justiça de Erechim, Karina Denicol.

Conforme Filho em entrevista coletiva na tarde desta quarta-feira (13), a inspeção foi realizada nos 31 postos do município. “Foram colhidas 60 amostras, em alguns postos mais de um tipo de combustível, tanto álcool, como diesel e gasolina. Nas 98 análises não foi encontrado nenhum problema com relação a qualidade. Hoje se pode dizer que todo o combustível comercializado em Erechim está atendendo as normas legais, não há risco para os consumidores. Já especificamente na questão que envolve o Inmetro, foi constatado em um estabelecimento uma pequena diferença na calibragem da bomba, o litro de gasolina tinha na verdade 998 ml e o diesel 996 ml, mas outra bomba do mesmo estabelecimento estava descalibrada a favor do consumidor, questão de pouco mais de 2ml. Não houve autuação do Inmetro, mas foi dado um prazo para que o posto em cinco dias efetue a correção da calibragem”, assegurou.

O Engenheiro Químico que realizou todas as análises, Fabiano Porto da Fontoura, diz que “não foi verificado nada de anormal, fora de especificação”.

Karina avaliou a operação como satisfatória de modo geral e tranquilizou os consumidores. “Podem ficar tranquilos com relação ao combustível que estão adquirindo nos postos, estão todos dentro das normas legais”, finalizou.

Por: A Redação.

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