Gaurama aborda o controle do uso da tecnologia na infância

O desafio está na possibilidade de equilibrar a quantidade, qualidade e controle das tecnologias oferecidas às crianças

A Escola Presidente Vargas de Gaurama foi sede, no último dia 7,  de uma importante abordagem sobre o uso das tecnologias por crianças. O evento foi uma ação conjunta entre o Centro de Referência de Assistência Social (CRAS) e Secretaria de Educação do município.

Professores e pais de alunos das escolas estaduais e municipais marcaram presença para se inteirar sobre esse assunto que está cada vez mais presente no cotidiano das pessoas.

A Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) recomenda, por exemplo, evitar ou proibir o uso de tablets e celulares para crianças menores de dois anos, e a partir dos 2 anos até os 5 anos, limitar seu uso em até uma hora diária. Para crianças maiores de 5 anos até 10 anos, sugere-se evitar jogos violentos e não permitir televisões e computadores no quarto. Já a Academia Americana de Pediatria afirma que a idade recomendada para se ter um celular é acima de 12 anos.

“Nessa relação entre infância e tecnologia, devemos ressaltar que nem tudo é ruim. Existem benefícios quando o uso é moderado. Assistir a programas infantis educativos auxiliam crianças pequenas (de 3 a 5 anos) no aprendizado de novas palavras, além de contribuir para uma melhora no seu desempenho cognitivo e social. Da mesma forma, o uso moderado de celulares, videogames e computadores pode melhorar a memória, atenção e capacidade de raciocínio das crianças, além de aumentar a motivação para o aprendizado quando utilizado em salas de aula”, afirma a psicóloga que atua em Porto Alegre, Bruna Detoni.

Equilíbrio, informação e supervisão do uso das tecnologias foi a dica deixada pela psicóloga. “Rádio,  televisão,  computador, videogame, tablete, celular…tecnologias que estão à disposição. Trazem avanços e retrocessos para a vida das pessoas, tudo depende da forma com que se usa. Temos que aprender a interagir com as tecnologias e não criar dependência”, enfatiza a palestrante.

Pais orientados conseguem controlar e gerenciar melhor o tempo de exposição das crianças ao uso tecnológico.

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