Polis tentou levantar o astral da cidade

Na semana passada entrevistamos na Rádio Cultura o ex-prefeito e atual gerente da Caixa Econômica Federal, agência do Três Vendas, Paulo Alfredo Polis, momento em que ele falou sobre as novas linhas de crédito de financiamento para imóveis usados. Depois o Fábio o questionou sobre política, já que o mesmo é pré-candidato a deputado federal, pedindo para que ele fizesse uma avaliação da atual administração. “Sou procurado diariamente por pessoas de vários segmentos da sociedade e frequentemente questionado sobre a administração do prefeito Schmidt. Sempre respondo que estamos vivendo um momento muito difícil e que é muito cedo para se ter uma avaliação do seu governo. A população deve ter calma, até porque muitas vezes uma administração não tem como atender imediatamente as reivindicações da sociedade. Acredito que o Schmidt, dentro da atual realidade, está fazendo o que pode e tenho certeza que fará uma boa administração”.
Quando questionado para fazer uma avaliação sobre o centenário de Erechim, se realmente tínhamos muito a comemorar, disse que “até podemos ter razão em reclamar de algumas coisas de nossa cidade, mas eu pergunto: Qual cidade com pouco mais de 100 mil habitantes tem uma economia tão diversificada como a nossa? Produzimos e industrializamos alimentos das nossas agroindústrias para o mundo inteiro, produzimos biodiesel, somos referência brasileira na industrialização de cadeiras, balas e chocolates, viaturas para o Corpo de Bombeiros, equipamentos de segurança para os aeroportos, navios, ônibus. Temos grandes indústrias na área têxtil, geramos energia elétrica, telhas metálicas, equipamentos para produzir energia, além de termos uma grande empresa que tem obras de asfaltamento nas rodovias de todo o Brasil. Há poucos dias vimos aqui mesmo, no Jornal Boa Vista, que estamos produzindo equipamentos para tratamento de esgoto, entre outros. Somos um polo em Educação, que vai da creche a universidade, passando pela qualificação profissional. Na saúde temos uma ótima rede básica, quatro hospitais, e depois de muita luta, conseguimos o curso de medicina”.

 

Por Egidio Lazzarotto

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