22 óbitos na região no período de 31 dias

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O surgimento do número expressivo de casos novos de contaminação por coronavírus (atualmente mais de 900 casos) traz, inevitavelmente e infelizmente, reflexos nos indicadores pandêmicos.

Percebemos imediatamente a elevação das taxas de ocupação de leitos hospitalares, atingindo o percentual de 78,26%, em 28/11, sendo a maior da taxa de ocupação em leitos de UTI desde março de 2020.

Agora, como um indicador tardio começamos a perceber o aumento no número de óbitos, que reflete diretamente na taxa de letalidade.

O surgimento do primeiro óbito na região ocorreu em 05/05. Desta data até o dia 03/11, decorridos 182 dias, foram registrados 61 óbitos, o que corresponde a 73,50% do total de 83 óbitos, registrados no dia 04/12.

De 04/11 até a presente data, foram registrados 22 óbitos em, apenas 31 dias, o que corresponde a 26,50% do total dos óbitos.

O temido é implacável e os óbitos são considerados indicadores tardios, que surgem com o passar dos dias e deixando profundas marcas nos indicadores de saúde. Já contabilizamos, infelizmente, mais de 80 óbitos na R16, o que demonstra o poder de letalidade do vírus.

Precisamos seguir firmes com as medidas de prevenção e evitar aglomerações – o momento crítico não permite essa prática.

Por Jackson Arpini

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