Vereadora Sandra Picoli participa do lançamento da Campanha Máscara Roxa no Alto Uruguai

Na última quinta-feira (30), foi oficialmente lançada na região do Alto Uruguai a Campanha Máscara Roxa, que permite às mulheres vítimas de violência doméstica denunciarem os agressores em farmácias através de código. Promovida pelo Comitê Gaúcho ElesPorElas, coordenado pelo deputado estadual Edegar Pretto (PT), da ONU Mulheres, a atividade contou com diversos representantes das cidades que compõem a Associação dos Municípios do Alto Uruguai (Amau) – dentre os quais, a vereadora Sandra Picoli (PCdoB), que em sua fala destacou a importância de mobilizar toda a sociedade, e não apenas as mulheres, no enfrentamento à violência doméstica.

“Todas essas iniciativas vêm a contribuir para uma luta que precisa se intensificar ainda mais, e que possamos ter, de fato, os homens mais conscientes, educados para a igualdade”, frisou a parlamentar. Sandra ainda enfatizou a necessidade de criação da casa abrigo regional para mulheres vítimas de violência, pela qual tem se empenhado junto a outros segmentos para tornar realidade. “Muitas vezes não se tem um local adequado para encaminhar a vítima, colocando em risco a vida dessas pessoas. É muito importante viabilizar esta casa, contemplando os municípios da Amau. Precisamos nos engajar nessa luta para que saia do discurso e vá para a prática, já que, enquanto poder público, somos responsáveis pelas vidas dessas mulheres”, afirmou Sandra.

Sobre a iniciativa – A campanha máscara roxa foi motivada a partir de recomendação da ONU, em razão do aumento e respectiva subnotificação de casos de violência doméstica durante o período de isolamento decorrente da pandemia do novo coronavírus. Muitas vítimas não estão conseguindo acessar os canais convencionais para denunciar, justamente por passarem mais tempo em casa com os agressores. As farmácias participantes são identificadas com o selo “Farmácia Amiga das Mulheres”. Ao chegar no estabelecimento, a mulher deve pedir a máscara roxa. O atendente dirá que o produto está em falta e coletará alguns dados da vítima, que serão repassados à Polícia Civil, para que o órgão tome as medidas necessárias.

Com informações da Associação de Municípios do Alto Uruguai

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