Presidente da Alfa pede confiança aos produtores do Alto Uruguai

A Cooperalfa, que entrou no RS em 2017 via Erechim – com investimentos de quase R$ 100 milhões em solo gaúcho desde então – recebeu na última semana em sua sede, Chapecó/SC, membros da imprensa local e associados do Alto Uruguai.

Na ocasião, o presidente Romeo Bet reiterou a intensão da Alfa em ampliar sua atuação no Norte do estado. “Fizemos um investimento inicial alto em Erechim e precisamos, agora, que os resultados comecem a aparecer. Mesmo assim, de acordo com a necessidade, não descartamos novo aporte de capital no médio prazo”, pontuou.

Bet também pediu que os antigos associados da Cotrel, algo em torno de 10 mil produtores, venham para a família ‘Alfa’ – que hoje agrega mais de 19,2 mil associados no total, sendo apenas 1,6 mil em Erechim e região, a maioria ligados a aves, suínos e leite. Os produtores de grãos, em regra, tem optado por seguir operando com a Olfar – o que lhes permite abater (por acordo firmado entre Cotrel e Olfar) valores atrasados da Cooperativa Tritícola Erechim.

# Em 2017, a Cooperalfa – que atua em 29 ramos de negócios – teve uma receita total de R$ 2,8 milhões (5,5% a mais que 2016).

# Da receita total da Alfa no ano que passou, 29,8% (R$ 831,4 milhões) vieram dos industrializados; 19,3% provenientes da pecuária (R$ 540,5 milhões); 15,7% (R$ 437,4 milhões) foram gerados pelos insumos agrícolas. Mais R$ 427,3 milhões, que representam 15,3% do faturamento da Alfa em 2017, foram alimentados pelas áreas de consumo (ferragens e materiais de construção, combustíveis e rede Superalfa – que conta com dois supermercados em SC); 14,1% da produção agrícola e 5,8% de insumos pecuários e demais entradas. Os tributos gerados em 2017 totalizaram R$ 165,5 milhões (5,9% da receita total), contra 5,6 % de 2016, um aumento real de impostos de 5,7% no ano.

Por Salus Loch

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