Acidentes reacendem debate sobre falta de estrutura na ERS 135

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O acidente envolvendo dois caminhões e um carro, e também o que vitimou fatalmente dois irmãos na ERS 135, entre Coxilha e Sertão, reacendeu o debate sobre a falta de estrutura da rodovia e a necessidade de duplicação da mesma.

O trecho onde ocorreu a colisão envolvendo os irmãos, próximo ao Trevo do Englert, foi definido por muitos usuários como “perigoso”. Também recebeu essa denominação a extensão entre Erechim e Passo Fundo.

As manutenções na pista já não dão conta dos problemas, aliás, o último conserto feito na rodovia acabou chamando atenção pela pouca durabilidade e para a grande maioria, o valor cobrado no pedágio não condiz com os serviços executados.

Ano passado, estudo de viabilidade elaborado pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), apontou o esgotamento da ERS 135 e indicou que em oito anos a mesma chegaria ao seu limite de capacidade. O DNIT também teria realizado um estudo para duplicação da rodovia e apesar de ser possível, o mais viável seria asfaltar a Transbrasiliana.

E falando em asfaltamento da Transbrasiliana, no começo de agosto lideranças da região divulgaram que estavam em busca de uma parceria com o Exército Brasileiro para asfaltar a rodovia, inclusive com uma comitiva se deslocando a Brasília para tratar do assunto, mas desde então nenhuma novidade surgiu. Porém ano que vem tem eleição, creio que em breve o assunto volte à pauta, mas desta vez, via promessas de candidatos.

Voltando a ERS 135, outra queixa dos motoristas é com o excesso de velocidade, ultrapassagens em locais proibidos, veículos “grudados” aos da frente e manobras irresponsáveis, como por exemplo, parar sobre a pista para acessar estradas vicinais. Então, além de obras na rodovia, fica clara a necessidade de conscientização.

Por Alan Dias 

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